A importancia da autoestima para o desenvolvimernto pessoal e profissional

Podemos definir autoestima como a avaliação que fazemos de nós mesmos, encampando nossas crenças, emoções, sentimentos e comportamento. Nossa maneira de encarar a vida, a nós mesmos, ao futuro. É a convicção interna de que podemos viver bem, sermos felizes e fazer frente aos problemas da vida e controlar os acontecimentos.

É um conceito complexo, intimamente ligado a equilíbrio emocional. Envolve sentimentos como a sensação de merecimento da felicidade.

Os componentes da autoestima são o amor próprio, a visão de si mesmo e a autoconfiança.

A autoconfiança é a consciência intima de poder resolver nossos problemas na medida em que ocorram. Consiste numa sensação de eficácia que permite enfrentar situações novas, tomar decisões, topar desafios, correr riscos, perceber e topar oportunidades. Implica em sentir que os insucessos são possíveis, mas não catastróficos. Mais que indicio de fracasso, o erro se torna oportunidade de aprendizado.

É importante em tudo o que fazemos, desde uma entrevista de emprego até a barganha de preços em uma loja ou do sucesso de uma paquera. Confere perspectiva e otimismo, na medida em que não tememos o futuro. É ingrediente fundamental da perseverança e da tolerância à frustração, conferindo maior chance de sucesso, pois nos permite atuar em situações adversas.
A autoconfiança é o ingrediente principal do sucesso, inclusive elemento essencial de sobrevivência num mundo competitivo, onde as mudanças ocorrem em velocidade inusitada. Hoje, tudo que é constante é a mudança! A “verdade” de hoje, não é mais amanhã. Isso exige dos profissionais de todas as áreas enorme capacidade de atualização, em correr riscos, topar desafios, efetivar mudanças, submeter-se a elas, o que exige flexibilidade, segurança e prontidão para a ação. O mercado é extremamente competitivo. Competitividade vem de competência, que não é algo que a “gente tem e pronto”, mas que exige proatividade e empenho constante.

Uma pessoa autoconfiante não sente no outro ameaça. Isso permite melhores condições de convivência, fundamental nos relacionamentos, inclusive no profissional.

Baixa autoconfiança implica em insegurança, sentimentos de inferioridade e está associada a todos os transtornos psicológicos, da ansiedade, onde super avaliamos o grau de ameaça da situação e subavaliamos nossa capacidade de enfrentamento, à depressão, onde temos uma visão pessimista do mundo, da vida, do futuro.

Mas, não precisamos ter um problema psicológico para sofrermos com a baixa autoconfiança. É conhecida a “Síndrome do Impostor”, onde pessoas competentes, inclusive profissionalmente, não se vêem como tal e, diante de elogios sentem-se como impostores prestes a ser descoberto. “Se soubessem o que sou não diriam isso a meu respeito”, pensam elas, refutando as observações positivas. Não se valorizam e são presas de intensa ansiedade.

Muitas vezes o resgate da autoconfiança só pode ser conseguido através de ajuda psicológica.